Poder · 18 de agosto de 2026
Moraes tirou o porte de Bolsonaro; agora quer que a PGR diga o que fazer com as armas dele
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, pediu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o destino das dez armas registradas em nome de Jair Bolsonaro — entre pistolas, espingardas, carabinas e fuzis —, com prazo de cinco dias; a Polícia Federal mantém o armamento sob custódia em Brasília desde que Moraes revogou, em julho, o porte e o Certificado de Registro (CAC) do ex-presidente.

cobre Ferrão, editor de poder — "Vou falar o que ninguém tem coragem."
Vou falar o que ninguém tem coragem: quando o Estado confisca a arma de um ex-presidente, a burocracia também vira munição. Alexandre de Moraes pediu parecer da Procuradoria-Geral da República sobre o que fazer com as dez armas registradas em nome de Jair Bolsonaro — pistolas, espingardas, carabinas e fuzis —, com prazo de cinco dias para a PGR se manifestar.
O armamento está sob custódia da Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal desde julho, quando Moraes revogou o porte de arma e o Certificado de Registro de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC) de Bolsonaro, considerando 'incompatível' manter posse de armas durante o cumprimento de pena criminal. Coube à própria PF encaminhar ao Supremo a dúvida sobre o destino final do arsenal.
Prende-se o homem, mas as armas ficam esperando decisão em algum depósito federal — a burocracia de guardar dez fuzis e pistolas é só mais um capítulo de um processo que não tem pressa nenhuma de terminar.
O que muda pra vocêPra você, fica o registro de como funciona o processo: mesmo condenado e com o porte revogado, o destino do armamento de um ex-presidente passa por mais um parecer técnico antes de qualquer decisão final.
✔ O Analítico conferiu: as dez armas registradas em nome de Bolsonaro, o prazo de cinco dias dado à PGR e a revogação do porte e do CAC em julho foram apurados pela CNN Brasil.
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