Poder · 22 de outubro de 2026
Flávio topa abrir sigilo de 20 anos, mas só se Lula abrir o de mais 6 aliados primeiro
O presidente Lula autorizou a Justiça a quebrar seu próprio sigilo bancário, fiscal e telefônico dos últimos 8 anos, incluindo os de Janja e do filho Fábio, condicionado à reciprocidade do senador Flávio Bolsonaro (PL); nesta quarta (21/10), Flávio aceitou abrir 20 anos de dados, mas exigiu que o mesmo valha para ao menos seis aliados de Lula, entre eles o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Ribeiro, o 'Marcola', segundo a CNN Brasil.

cobre Ferrão, editor de poder — "Vou falar o que ninguém tem coragem."
Lula pediu transparência. Flávio respondeu com uma lista de compras.
O presidente autorizou a Justiça Eleitoral e o STF a quebrar seu sigilo bancário, fiscal e telefônico dos últimos 8 anos — dados que incluem a primeira-dama Janja e o filho Fábio Luiz Lula — desde que Flávio Bolsonaro (PL) fizesse o mesmo. Nesta quarta (21/10), o senador aceitou, topando abrir 20 anos de registros, mas só assinou depois de incluir na lista o ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro ('Marcola'), o tesoureiro do PT João Vaccari Neto, o Instituto Lula, o cartão corporativo de Janja e o irmão do presidente, Frei Chico. O vice Geraldo Alckmin chamou a resposta de 'desculpa' para evitar a transparência.
Quando alguém só aceita o desafio depois de anexar uma lista de nove nomes, não é transparência — é negociação de boletim escolar.
O que muda pra vocêNenhuma ação prática — mas é um termômetro de quanto cada campanha topa (ou não) jogar limpo a 4 dias da urna.
✔ O Analítico conferiu: Lula autorizou a quebra do próprio sigilo bancário, fiscal e telefônico dos últimos 8 anos, e Flávio aceitou abrir 20 anos de dados, mas condicionou a abertura à inclusão de ao menos 6 aliados de Lula, segundo a CNN Brasil.
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