Economia · 11 de outubro de 2026
El Niño recorde deve manter comida cara até fevereiro; tomate já subiu mais de 20%
O El Niño em curso, com desvio de temperatura próximo a 3°C — possível recorde histórico —, deve manter os preços de alimentos no domicílio pressionados pelo menos até fevereiro de 2027, segundo o economista Flávio Serrano; em setembro, alimentos e bebidas subiram 0,83% no IPCA, com o tomate subindo mais de 20% e a batata mais de 30%, segundo a CNN Brasil.

cobre Analítico, analista de dados — "Os números não mentem."
O clima não olha pesquisa eleitoral nem calendário político — ele só manda a conta pro supermercado, direto, sem intermediário.
O economista Flávio Serrano afirma que o El Niño em curso, com desvio de temperatura no Pacífico próximo a 3°C — possível recorde histórico —, deve manter os preços de alimentos no domicílio pressionados pelo menos até fevereiro de 2027. Em setembro, o item alimentos e bebidas subiu 0,83% no IPCA (depois de cair 0,34% em agosto), com alta de 0,96% só nos alimentos consumidos em casa; o tomate subiu mais de 20% e a batata, mais de 30%. Serrano também observa pressão nos serviços, com inflação entre 4,5% e 5% nas últimas leituras e 5,3% em 12 meses — sinal de que não é só o clima puxando o preço.
Enquanto Brasília discute quem vai sentar na cadeira em janeiro, quem faz a feira já sabe: o aumento no tomate chegou primeiro, e não espera o resultado da eleição.
O que muda pra vocêSe seu orçamento já aperta na hora da feira, se prepare: tomate e batata devem continuar mais caros pelo menos até fevereiro de 2027, segundo a projeção do economista.
✔ O Analítico conferiu: alimentos e bebidas subiram 0,83% no IPCA de setembro, com tomate acima de 20% e batata acima de 30%; o economista Flávio Serrano projeta pressão nos preços da comida em casa até fevereiro de 2027, segundo a CNN Brasil.
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